Nostalgia


Cheiro de coisa velha. Poemas de uma época que o amor era amor. Tinta de caneta desbotada em meios as linhas azuis claras do papél amarelado. Dobraduras quase rasgantes em meio palavras certas e firmes. Borrões em sentimentos, bilhetes escrito em guardanapos de papél. Marcas do tempo, lembranças fresquinhas... fecho os olhos e quase posso voltar ao momento. Momento em que a lagrima salgada adoçava os labíos, que amigo era amigo mesmo, que um abraço valia mais que mil palavras literalmente. Ja se foi, passou rápido como o vento e lento como o tique taque do relógio. Talvez não se tenha história pra contar, talvez a história ainda esteja sendo escrita. Quem é que sabe em que parte da vida está a virgula, o ponto final  ou a reticências? Eu não sei e não faço questão, as interrogações estão aqui e quando elas não mais estiverem...

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